Calcular Seguro Desemprego

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Calcular Seguro Desemprego
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O seguro desemprego é um benefício que todo trabalhador que foi demitido por justa causa tem a receber. Sendo assim, é indispensável que o empregado conheça sobre esse direito e tenha acesso a todas as informações necessárias. Quando acontece de o funcionário ser demitido, a primeira atitude que o empregador deve fazer é orientá-lo a preencher o formulário corretamente, solicitando o seguro desemprego.

Calcular Seguro Desemprego

E quando o assunto é relativo ao cálculo do seguro desemprego, você sabe como proceder? Muitos empregadores têm dúvida sobre isso, sendo assim, faz-se necessário uma explicação mais detalhada do assunto.

Como calcular seguro desemprego 2017

Quando o empregador demite algum funcionário, é necessário fazer um cálculo seguro desemprego que é bastante simples. Todas as contas são baseadas em princípios que regem o Ministério do trabalho.

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O cálculo seguro desemprego é realizado com base nos últimos 3 meses que antecedem a demissão e também relativo ao valor que está registrado na carteira de trabalho.

Para se ter uma média do seguro desemprego, os valores que se referem aos últimos três meses de trabalho devem ser multiplicados e depois divididos por 3. O salário descrito no documento é o que vai entrar nessa conta. Veja um exemplo:

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Salário

R$778,00 até R$ 1.152,00: a multiplicação de 0.8 é baseada no salário médio

R$ 1.152 até R$ 1.918,00: se passar do primeiro valor deve ser feita a multiplicação por 0.5 e somado à R$ 980,00.

Valor ultrapassando R$ 1.980,00: nesse caso, independentemente de contas, a parcela fica no valor fixo de R$ 1.304,00.

Sobre a Tabela

Essa é a tabela que o Ministério do trabalho disponibiliza aos empregadores para fazer o cálculo exato do seguro desemprego. É importante conhecê-la para que os valores acertados estejam de acordo com as diretrizes do órgão responsável pelos direitos dos trabalhadores.

E em relação à quantidade de parcelas do seguro desemprego? Bom, este ano (2017) ocorreram algumas mudanças que interferem justamente nessa questão. Para quem vai solicitar o benefício pela primeira vez, só terá direito de tiver trabalhado com carteira assinada no mínimo de 1 ano. As parcelas, nesse caso, são de apenas 4 meses. Já para quem aciona o serviço pela segunda vez, é necessário comprovar o período de trabalho que pode ser de 1 até 2 anos. E essa variação é quem vai definir a quantidade de parcelas.

Por exemplo: 3 parcelas correspondem à 9 meses de trabalho. Já se forem em 4, é preciso ter 2 anos de carteira assinada.

Para os demais casos, praticamente não houve alteração. Ou seja, além de saber fazer o cálculo seguro desemprego, o empregador precisa estar por dentro das novas regras que dizem respeito também às parcelas do benefício.

É natural que algumas situações fujam desse padrão determinado. Nesse caso, o que fazer? Se o trabalhador tiver recebido apenas um mês do mesmo vínculo empregatício e não três, o mais correto é que o cálculo do seguro desemprego seja baseado nesse último período efetivamente. Ou seja, o valor a ser recebido será proporcional ao mês completo trabalhado, período que antecederá a demissão. Já para quem recebe por quinzena ou por hora, como é o caso da classe de professores, o cálculo do seguro desemprego é de acordo com o valor integral do mês.

Fazer os cálculos seguro desemprego é algo simples e rápido. Basta consultar a tabela do Ministério do trabalho.

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